Fonte: Sercomtelcelular.com.br

  

Hoje em dia, quase todo mundo tem celular. Esses aparelhinhos servem não apenas para falar, mas também para enviar mensagens, tirar fotos, jogar e ouvir músicas - em alguns países eles vem com GPS e podem ser usados para ler e-books ou usar remotamente um computador qualquer.

O que você faz quando seu celular estraga? Às vezes, sai mais barato comprar outro que consertar o velho. E o que acontece com o aparelho antigo? A maioria das pessoas simplesmente joga fora. No Brasil, só de baterias para celular, pelo menos 11 toneladas são jogadas no lixo comum.

Apenas 1% das baterias vai pra reciclagem, já que existem pouquíssimos postos de coleta. O problema de ir parar no lixo comum é a contaminação por metais pesados. Quando em contato com o solo, essas baterias poluem os lençóis freáticos, cuja água contaminada pode ser usada na irrigação de lavouras e, assim, ser ingerida por quem come os vegetais.

A composição química das baterias varia muito. A mais nociva é a feita de niquel e cádmio (Ni-Cd), pois são metais tóxicos, que têm efeito cumulativo e podem provocar câncer. Por isso, a produção e comercialização dessas baterias foram restringidas. Agora, a maior parte das baterias de celular não é tóxica - como as feitas de lítio.

Quando recicladas, as baterias Ni-Cd são trituradas e aquecidas em forno a 900ºC. O cádmio é recuperado na forma de vapor e aproveitado na confecção de novas baterias de celular. Já o níquel é usado na produção de aço inoxidável.

Você pode encontrar mais informações nesse site, que eu achei muito legal: Educacional

 

Estudo publicado na revista Proceedings of the Royal Society alerta: as temperaturas globais previstas para os próximos séculos podem desencadear uma extinção em massa. O estudo mostra que as temperaturas atuais estariam dentro da mesma faixa das registradas em outras fases quentes da história do planeta, e nesses períodos até 95% das plantas e animais teriam morrido. 

Os cientistas analisaram a relação entre clima e espécies ao longo de 520 milhões de anos, e descobriram que houve uma maior biodiversidade durante os períodos mais frios do planeta. A pesquisa fornece a primeira clara evidência de que o clima global pode explicar variações dos registros fósseis de maneira simples e consistente. Os estudiosos concluíram que quatro dos cinco episódios de extinção em massa ocorreram em fases quentes da Terra, em que o calor e a umidade eram predominantes. Em um desses episódios, ocorrido há 251 milhões de anos, foi verificada a extinção de 95% das espécies.

Denise

Biocombustível de Alga ?!

Fonte: http://www.ib.usp.br/ecosteiros/

Na Revista SuperInteressante de Setembro saiu uma reportagem muito interessante. Segundo o jornalista Reinaldo Lopes, no futuro algas microscópicas podem virar o biocombustível número 1 do mundo, isso se alguns problemas técnicos forem resolvidos.
Uma série de empresas americanas, como a Solix Biofuels e a Solazyme, estão apostando na idéia. Algumas espécies de algas verdes são até 100 vezes mais produtivas que a soja. Elas crescem facilmente, pois precisam apenas de água, luz e gás carbônico. Além disso, precisam de uma pequena área para crescimento, o que é uma vantagem, frente às vastas lavouras de soja que hoje impulsionam o desmatamento da Floresta Amazônica.
O óleo produzido por elas pode ser transformado em biodiesel, capaz de mover todo
tipo de veículo, além de servir como combustível para aquecimento central de residências.

Mas ainda temos problemas a serem resolvidos: é preciso achar o jeito certo de controlar o crescimento das algas - se for muito rápido, umas acabam tapando a luz das outras e o processo pára. Além disso, ainda é difícil extrar o óleo das algas - é preciso usar métodos químicos. E aí entra a viabilidade financeira: se esse processo for muito caro, o combustível também vai ser.

Ah! Só pra completar: A Superinteressante é uma das primeiras revistas a liberar seu arquivo completo on-line, e por isso, meus parabéns!

Denise

O Brasil está com Dengue!

 

Imagem : Plenarinho da Camara dos Deputados

 Saiu hoje na Folha de São Paulo: Segundo o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, nosso País vive epidemia de dengue. O número de casos só nesse ano cresceu 49,77% em relação a mesmo período de 2006. Já foram registradas 121 mortes, a maioria no Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Maranhão. No ano passado foram 77 mortes. O aumento é preocupante, uma vez que foi registrado antes da chegada do verão, período em que a doença costuma recrudescer.

Para o ministro, “essa epidemia é preocupante por vários motivos, principalmente pelas características do vírus -que tem quatro sorotipos, dos quais três já circulam no país- e pelas características do mosquito, que se adaptou inclusive a áreas em que se imaginava que não haveria adaptação, como a região serrana do Rio do Janeiro e o Sul do país”, afirmou. ”Estou mais preocupado com o número de mortes. Significa que mais de 10% das pessoas que tiveram a forma hemorrágica morreram. Isso é muito alto.”

Durante o lançamento da nova edição da campanha nacional de mobilização contra a dengue, ontem, em Belo Horizonte, o ministro disse que o Brasil vai conviver com a doença por ao menos mais dez anos. “Não vamos nos iludir, vamos conviver com essa doença por muitos e muitos anos”.

A dengue - virose que provoca febres, dores musculares e hemorragias generalizadas podendo ser fatal - não tem vacina e o seu transmissor é o mosquito Aedes aegypti, que havia sido erradicado em vários países do continente americano nas décadas de 50 e 60, retornou na década de 70 por falhas na vigilância epidemiológica e pelas mudanças sociais e ambientais propiciadas pela urbanização acelerada do período. As dificuldades de erradicar um mosquito hospedado nos domicílios, que se multiplica nos vários recipientes que podem armazenar águas de chuvas, produzidos nos lixos das cidades (garrafas, latas, pneus), têm exigido um esforço substancial do setor saúde.

E o que você pode fazer?

- Não deixe acumular água em pratos de vasos de plantas e xaxins. Na hora de lavar o recipiente, passe um pano grosso ou bucha nas bordas. Substitua a água dos vasos de plantas por areia grossa umedecida.

- Alguns materiais, como copos de plástico, latas e tampas de garrafa, podem acumular água. Jogue tudo no lixo!

- Um dos lugares preferidos do mosquito são os pneus velhos. Por isso, eles devem ser guardados em lugares cobertos. Se preocupe também com caixas d´água, poços, latões e filtros, que devem ficar bem fechados, e calhas, lajes e piscinas, que devem estar sempre limpas!

http://www.eca.usp.br/nucleos/njr/lanternaverde/amazonia_devastada.jpg

 

Deu hoje, no Jornal Nacional: Os ambientalistas do Greenpeace sobrevoaram a Amazônia e divulgaram um levantamento apontando que 90% do desmatamento na nossa floresta é ilegal. 

A ONG analisou os dados de seis dos nove Estados que compõe a Amazônia: Amapá, Pará, Mato Grosso, Amazonas, Acre e Roraima . As informações do Ibama e das secretarias estaduais do Meio Ambiente dos Estados envolvidos mostram que a área da floresta permitida para desmatamento em 2006 era de 936 km quadrados. O Ministério do Meio Ambiente estima, no entanto, que 9,6 mil km quadrados foram desmatados entre agosto de 2006 a julho deste ano.

Denise

DDT - Diclorodifeniltricloretano

http://graphics8.nytimes.com/images/2004/04/08/magazine/11ddt.1.583.jpg

                                                     Foto: The New York Times

Ufa! O que será que esse palavrão significa ?

O DDT é um inseticida organoclorado que é biodegradado lentamente: por isso, apresenta efeito cumulativo nos ecossistemas. Foi sintetizado por um estudante alemão, em 1874, e foi muito usado na Segunda Guerra Mundial para proteger os soldados contra insetos. A partir daí, tornou-se um inseticida popular.

Em 1948, Paul Müller, que “re-descobriu” o DDT, ganhou o Nobel de Medicina, já que seu produto era capaz de eliminar o mosquito Anopheles, transmissor do parasita da malária. Mas a boa reputação do inseticida durou pouco. Em 1962, Rachel Carson publicou seu livro Silent Spring, que mostrava que o DDT estava contribuindo para a extinção de algumas espécies, como o falcão peregrino e a águia careca.

Esse inseticida possui grande afinidade pelo tecido gorduroso dos animais. A pulverização dessa substância numa lavoura faz com que cada inseto acumule nos seus tecidos uma taxa de DDT maior do que a que existia no corpo de cada vegetal do qual ele se alimentou. Um sapo, por exemplo, ao comer alguns desses insetos, terá uma concentração maior do inseticida que havia no corpo de cada inseto. Uma cobra, ao comer alguns insetos, terá nos seus tecidos uma concentração de DDT maior do que havia em cada sapo. A figura abaixo ilustra uma situação parecida. Os números são os valores de concentração nos tecidos, em partes por milhão:

 

Concentração de DDT nos níveis tróficos

 

Com isso, temos um acúmulo indesejável de DDT nos gaviões, comedores de cobras, que atuam como consumidores do último nível trófico. Compromete-se, entre outras coisas, a reprodução dos gaviões, já que a substância interfere no metabolismo do cálcio, levando à produção de ovos de casca frágil. Esse fato coloca em risco de extinção muitas espécies de aves em cujos tecidos há quantidades intoleráveis de DDT. Ovos de casca frágil não podem ser chocados, o que acarreta a morte dos embriões e consequentemente afeta o tamanho da população. Veja a foto dos ovos aqui.

E no ser humano? Por ser absorvido pela pele ou nos alimentos, o acúmulo de DDT no organismo humano está relacionado a doenças de fígado, como a cirrose, e ao câncer. O uso indiscriminado e descontrolado do inseticida fez com que o leite humano, em algumas regiões dos EUA, apresentasse mais inseticida que o permitido por lei no leite de vaca. O DDT também se acumula na tireóide e nos rins.

No Brasil, o DDT não pode ser usado em lavouras desde 1985. Outros países baniram o produto antes: a Suíça desde 1939, e os EUA desde 1972.

Fontes:AmbienteBrasil, Science Clarified, The New York Times.

Denise

Colesterol

 

Fonte: www.novartis.com.br

 

Pra quem detesta agulha, essa é uma excelente notícia! 

Um novo método para medida do colesterol foi testado pelo grupo de D. Sprecher, da Cleveland Clinic. A técnica consite em aplicar o teste na pele do paciente, ao invés de usar o sangue. A pele da palma da mão do paciente é raspada levemente, recebe um corante e a mudança de cor é medida por um aparelhinho portátil. Quanto mais escura a cor, maior o risco de doenças coronárias. A técnica se baseia no fato de que as células da pele retêm informações das concentrações de colesterol durante algum tempo, permitindo uma avaliação da evolução do colesterol cumulativa nos últimos dias.

O controle do colesterol é necessário para diminuir os riscos de problemas cardiovasculares, como angina, infarto ou derrame. Quando a quantidade de colesterol é alta, ele costuma depositar-se em forma de placas de gordura nas paredes interiores das artérias, num processo conhecido como aterosclerose - um fator que pode levar ao infarto.

Para ajudar no controle do colesterol, você deve praticar uma atividade física, combater a obesidade e ter uma dieta pobre em gorduras saturadas. Além disso, você pode incluir no cardápio alimentos que são considerados armas naturais contra o bloqueio das artérias: alcachofra, alho, aveia, uva, vinho tinto (mas só uma taça por dia!), canela, soja e salmão.

Denise

S.O.S. Coração

 

www.prsc.mpf.gov.br

 

Dois trabalhos publicados na revista New England Journal of Medicine, um de P. Greenland e outro de U. Khot, mostraram que diabetes, hipertensão e tabagismo merecem atenção na prevenção de infartos.

P. Greenland e seus colaboradores avaliaram o risco em pessoas com doenças cardiovasculares graves. O estudo contou com mais de 386 mil pessoas, que foram seguidas por no mínimo 20 anos. Os fatores de risco estudados foram diabetes, colesterol total (acima de 240), hipertensão (acima de 14×9) e tabagismo. E a conclusão: a maioria dos pacientes que tiveram infarto (87-100%) apresentou pelo menos um dos fatores de risco estudados. O estudo de U. Khot, feito com mais de 122 mil pessoas, confirmou os resultados e chegou às mesmas conclusões.

Assim, os pesquisadores sugerem que todos os fatores de risco tenham de ser levados em conta na avaliação clínica do risco cardíaco individual. O cuidado com níveis elevados de colesterol, obesidade, hipertensão, fumo, e o controle rigoroso da diabetes, devem receber maior atenção.

Então, já sabe: se quiser viver mais e melhor, cuide-se!

Fonte: CartaCapital/Saúde, 2005

Campanha da WWF

Estou um pouco sem tempo, mas não podia deixar de colocar essa imagem maravilhosa da campanha da WWF

 

Denise

Mudanças Climáticas no Brasil

Volta pelo Clima no Rio de Janeiro

Foto:© Greenpeace / Gilvan Barreto 

Não é estranho, estarmos em pleno inverno usando camiseta e com um sol de rachar? É inverno ou verão? E tem gente achando o máximo, porque nem curte um friozinho … Mas não se engane: esse é um dos efeitos do Aquecimento Global.

As mudanças climáticas provocadas pelo aquecimento do planeta causaram danos em várias regiões do Brasil e podem atingir níveis catastróficos, segundo o Greenpeace. Numa tentativa de conscientização da população sobre as conseqüências de mudança climática, a ONG lançou a campanha “Mudanças do clima, mudanças de vidas“, com a finalidade de informar sobre a necessidade de preservar o planeta. Muito leve e divertida, tem dicas do que fazer na sua casa, no seu trabalho, na sua escola, além de um blog divertido e bem escrito.

A campanha inclui também um filme de 50 minutos e um relatório com testemunhos de pessoas atingidas pelas mudanças climáticas em diferentes partes do Brasil, assim como opiniões de cientistas sobre os prejuízos ambientais, econômicos e os problemas de saúde provocados pela destruição das áreas verdes.

Entre as conseqüências mais visíveis da mudança de clima apontadas pelo Greenpeace estão a seca dos rios Iguaçu e Paraná, que em Julho do ano passado reduziu o volume de água das Cataratas do Iguaçu a apenas 10% da quantidade normal. A grave seca que atingiu a região amazônica em 2005, localidade que tem 20% das reservas de água doce do planeta, e os incomuns tornados que em 2005 causaram grandes danos em Santa Catarina também são conseqüências dessas mudanças. Segundo a ONG, as secas também destruíram colheitas em diferentes partes do país e arruinaram milhares de agricultores.
O Greenpeace também apresenta as ações que Governos, indústrias e cidadãos podem fazer para evitar que as mudanças climáticas se transformem em uma catástrofe ambiental.

Para divulgar a campanha, a organização tem feito anúncios nas rádios e em sites de movimento, e convidado internautas para serem ciberativistas. Além disso, uma Volta pelo Clima no Parque do Ibirapuera (25 de Junho) e uma em Ipanema (02 de Julho) foram bastante movimentadas.

Acesse o site e mude o clima você também!

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