Fonte: Sercomtelcelular.com.br

  

Hoje em dia, quase todo mundo tem celular. Esses aparelhinhos servem não apenas para falar, mas também para enviar mensagens, tirar fotos, jogar e ouvir músicas - em alguns países eles vem com GPS e podem ser usados para ler e-books ou usar remotamente um computador qualquer.

O que você faz quando seu celular estraga? Às vezes, sai mais barato comprar outro que consertar o velho. E o que acontece com o aparelho antigo? A maioria das pessoas simplesmente joga fora. No Brasil, só de baterias para celular, pelo menos 11 toneladas são jogadas no lixo comum.

Apenas 1% das baterias vai pra reciclagem, já que existem pouquíssimos postos de coleta. O problema de ir parar no lixo comum é a contaminação por metais pesados. Quando em contato com o solo, essas baterias poluem os lençóis freáticos, cuja água contaminada pode ser usada na irrigação de lavouras e, assim, ser ingerida por quem come os vegetais.

A composição química das baterias varia muito. A mais nociva é a feita de niquel e cádmio (Ni-Cd), pois são metais tóxicos, que têm efeito cumulativo e podem provocar câncer. Por isso, a produção e comercialização dessas baterias foram restringidas. Agora, a maior parte das baterias de celular não é tóxica - como as feitas de lítio.

Quando recicladas, as baterias Ni-Cd são trituradas e aquecidas em forno a 900ºC. O cádmio é recuperado na forma de vapor e aproveitado na confecção de novas baterias de celular. Já o níquel é usado na produção de aço inoxidável.

Você pode encontrar mais informações nesse site, que eu achei muito legal: Educacional

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