Archive for the 'Ambiente' Category

Denise

Dia do Meio Ambiente

 

Fonte: http://www.uniblog.com.br/

  

Hoje fiquei o dia todo sem Internet (problemas no Virtua) !

Em pleno dia do meio ambiente, olha só que notícia legal: Agora, a qualidade do mar não vai mais ser indicada por bandeirinhas, e sim por totens, de acesso remoto. Assim, você vai poder saber a condição de 155 pontos do litoral de SP em menos tempo. Até o dia 07 (sábado), as praias de Guarujá, Peruíbe, Itanhaém e outras do Litoral Sul vão ganhar o novo equipamento. Depois, a partir do dia 9, serão as praias do Litoral Norte. A|previsão é que até o fim do ano todos os pontos de acompanhamento da qualidade da água já tenham o novo equipamento.

Segundo a Cetesb, o totem oferece melhor visibilidade e informação sobre água em até 48 horas antes. Os aparelhos contêm um painel de energia solar e baterias que permitem seu funcionamento por oito dias mesmo o tempo estando nublado.

Denise

Dengue no Rio

 

Imagem: http://www.metropolionline.com.br/

 

Em postagens anteriores, já falei sobre a dengue (veja aqui e aqui). Agora, as últimas notícias falam na epidemia de dengue no Rio de Janeiro. Já são 47 mortes por dengue no Estado. Por isso, acho que vale a pena retomar o assunto, rever os sintomas e como prevenir.

A doença é transmitida pelo Aedes aegypti. No verão, aumenta a proliferação desse mosquito, porque aumenta o número de objetos que acumulam água da chuva, como garrafas, pneus, vasos, latas. Esses lugares são chamados de criadouros. Então, a prevenção está nas mãos da própria população: vasculhe o seu terreno e elimine os possíveis criadouros. Lembre-se também que caixas d’água destampadas também são um convite aos mosquitos. Informe seus vizinhos, para que também procurem em seus terrenos e casas. Outra dica é usar um bom repelente.

A doença se manifesta de 3 a 15 dias após a picada. Na dengue clássica, a pessoa apresenta febre alta, dor de cabeça e no fundo dos olhos, dor muscular, náuseas, cansaço, e podem aparecer manchas na pele. A pessoa pode apresentar sangramentos em locais como a gengiva e o nariz. Na dengue hemorrágica, a pessoa apresenta os mesmos sintomas, mas com maior intensidade. É peciso estar atento, porque há risco de morte.

Não há tratamento específico para a dengue, porém os pacientes recebem medicação para aliviar os sintomas. É importante procurar o hospital porque nem todos os remédios podem ser tomados - os que contém ácido acetilsalicílico podem causar hemorragias. Só o médico pode determinar que remédio o paciente deve tomar.

A dengue não é fatal se o paciente tiver o tratamento adequado a tempo. Por isso, se você suspeitar da doença, procure logo um médico, e não faça automedicação.

Denise

A nova arca de Noé

 

Fonte: Asabrasil.org.br

  

Diz a lenda que Noé salvou um casal de cada espécie animal quando um dilúvio tomou conta do nosso planeta. Tudo foi destruído, menos aquilo que ele colocou dentro de sua Arca. Pois parece que essa história serviu de inspiração para a Global Crop Diversity Trust.

A empresa está montando um projeto gigantesco de armazenamento de sementes no arquipélago norueguês de Svalbard, no Círculo Ártico. Se ocorrer uma hecatombe nuclear que destrua a vida no planeta, ou se o aquecimento global acabar matando boa parte da nossa biodiversidade, ainda assim as pessoas que sobreviverem poderão recomeçar. Isso porque o armazém gigante pretende preservar sementes de todos os tipos de culturas agrícolas. Se tudo o mais der errado e faltar comida no mundo, os humanos remanescentes poderão reiniciar suas plantações (ainda resta saber se nesse cenário de destruição será possível chegar no pólo Norte, descongelar as sementes e voltar para terrenos cultiváveis).

É claro que não é só devido à essas possíveis tragédias que o projeto existe. No mundo, e até no nosso País, é muito frequente a existência de bancos de sementes. A empresa espera fazer uma espécie de backup desses bancos, porque se um banco perder uma de suas amostras (o que acontece com freqüência), essa planta não terá se perdido completamente, porque existirá uma cópia em Svalbard.

O projeto deve começar a funcionar esse ano, e a expectativa é que em 3 anos possua mais de 1,5 milhão de amostras do mundo todo. Inicialmente o banco centrará os esforços em sementes que são importantes para a produção alimentícia e para a agricultura sustentável, mas por ter capacidade para abrigar até 4,5 milhões de amostras, eventualmente poderão ser armazenadas sementes de qualquer variedade existente.

A idéia de usar o arquipélago gelado para preservar as sementes do mundo tem uma explicação social e outra climática. Por ser um lugar remoto, em um país pacífico, afastam-se as chances de um bombardeio ou algo do gênero. Além disso o local está numa área onde não ocorrem terremotos e furacões, e, acima de tudo, é realmente frio. Em Svalbard, mesmo se faltar energia, o permafrost (solo congelado) manterá a temperatura em no máximo -3,5C, suficiente para preservar as sementes por meses.

Fonte: Folha de São Paulo, caderno Ciência, 24/11/2007

 

Fonte: http://static.howstuffworks.com

  

Em 2006, os níveis de gás carbônico na atmosfera bateram mais um recorde: a Organização Meteorológica Mundial (OMM) indica que a concentração do gás subiu 0,53% em relação ao ano imediatamente anterior, para 381,2 ppm (partes por milhão). O gás carbônico é o gás que mais contribui para o efeito estufa. Esse índice está 36% acima dos níveis registrados antes da Revolução Industrial, no início do século 18.

Agora, aponta o estudo, a importância relativa do carbono para o aquecimento global também está mais alta. Os números indicam que a nova concentração contribui com 91% do calor total que foi gerado pelos gases de efeito estufa que estão na atmosfera nos últimos cinco anos, contra 87% na década passada.

A OMM também mediu as concentrações de metano e do óxido nitroso, respectivamente, os gases que estão em segundo e terceiro lugares no pódio dos que mais ajudam a aquecer todo o planeta. Enquanto o metano apresentou uma certa estabilidade, o óxido nitroso seguiu o ritmo de alta do gás carbônico. O terceiro gás que mais contribui para o efeito estufa teve um aumento de 0,25% na sua concentração, de 2005 para 2006. A taxa de 320 partes por bilhão é 19 vezes maior do que a taxa pré-Revolução Industrial. A concentração do metano foi de 1.782 partes por bilhão.

Fonte: Folha de São Paulo, Caderno Ciência, 24/11/2007.

 

Fonte: http://www.agenciaginga.com.br/

  

O Brasil ficou em oitavo lugar na lista dos países que mais lutam contra as mudanças climáticas, entre as 56 nações mais poluentes do planeta, segundo um índice elaborado pela ONG Germanwatch e que é liderado pela Suécia. O estudo também destaca os esforços do México e da Argentina, mas mostra um alerta em relação à Austrália, Estados Unidos e Arábia Saudita.

O Índice de Performance sobre Mudança Climática 2008 avalia os esforços dos principais países emissores de CO2, e foi elaborado pela Germanwatch por ocasião da 13ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, realizada em Bali (Indonésia).

Entre as 20 primeiras colocações, além do Brasil, estão México (4º lugar) - atrás somente de Suécia, Alemanha e Islândia - e a Argentina (10º lugar). Também fazem parte da lista 12 dos 27 países da União Européia (UE), entre eles Reino Unido (7º), França (18º), Hungria (6º) e Malta (14º).

Os 56 países analisados pelo índice são responsáveis por 90% das emissões de CO2 lançadas à atmosfera. Entre os dez países mais poluentes e que fazem menos esforços destacam-se Rússia (50º), Canadá (53º), Austrália (54º), EUA (55º) e Arábia Saudita (56º).

O objetivo do índice, publicado pela Germanwatch desde 2006, é aumentar a pressão sobre os países industrializados que mais contribuem para o aquecimento global, entre eles EUA, com 21,44% das emissões de CO2; China (18,8%), Rússia (5,69%), Japão (4,47%), Índia (4,23%) e Alemanha (3%).

Fonte: UOL

Denise

Dia de Mobilização contra a Dengue

 

mosquito da dengue

 Hoje (24/11) é o Dia D de Mobilização Nacional de Combate à Dengue, e vários estados fizeram programações diferentes para alertar a população. Se você ainda não leu sobre a dengue no Brasil, clique aqui 

No Rio de Janeiro, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, abriu as ações.

Em Belo Horizonte, um grupo de atores-mirins apresentou a peça de teatro “Em busca da água parada e do lixo”. O objetivo foi alertar a população sobre as ações para manter o mosquito da dengue longe de casa. Também aconteceu uma caminhada com os moradores e técnicos da Secretaria Estadual da Saúde. Ao longo do percurso, foram distribuídos saquinhos de areia e folhetos com dicas para evitar a proliferação do Aedes aegypti.

Em Santa Catarina, as ações se concentraram no interior, com distribuição de panfletos em Joaçaba e Criciúma. Os técnicos  também distribuíram calendários com dicas para a população em cada mês do ano.

Denise

Regeneração da Mata Atlântica

Fonte: midia.brasilviagem.com

A Mata Atlântica vem sendo devastada desde o descobrimento do Brasil, há mais de 500 anos. Infelizmente, 92% da floresta já sumiu; porém, parece que, enfim, a tão devastada Mata está conseguindo se regenerar.  

Caso você não saiba, a Mata Atlântica é um hotspot. Isso significa que é um local com espécies que só existem lá e que está muito ameaçada, com menos de 25% da cobertura original inteira. Ou seja, é uma área com prioridade de preservação, já que o planeta pode perder um monte de biodiversidade com sua destruição. Atualmente existem 25 hotspots no mundo, e de todos eles, a Mata Atlântica parece ser a primeira a dar sinais de reação. E que sinais são esses? 

Primeiro, parece que a devastação diminuiu. Fotos aéreas e de satélite mostram que o ritmo da derrubada caiu para um nível aceitável. Segundo, parece que a sociedade civil se organizou e está prestando mais atenção à Floresta. Hoje existem aproximadamente 170 ONGs atuando na região, com destaque para a SOS Mata Atlântica e a Associação Mico-Leão-Dourado. Além disso, as novas políticas públicas têm sido acertadas. Um exemplo importante e inteligente é o projeto federal de criar corredores ecológicos: regiões reflorestadas ligando um pedaço a outro da Mata. Esses corredores permitem a passagem de animais e evitam que eles fiquem ilhados entre os locais devastados, condenados a cruzar apenas com parentes próximos e a gerar descendentes geneticamente frágeis. O reflorestamento dos corredores pode servir de exemplo para que outras regiões degradadas sejam recuperadas.

Uma das lições brasileiras é a idéia de envolver a população local nos projetos. Muitas ONGs em outros países botam dinheiro nos projetos ambientais e acabam atraindo gente para o local. O resultado disso é o aumento da migração e, conseqüentemente, a pressão ambiental. Ou seja, os projetos ambientais, no final, acabam promovendo a derrubada de florestas.

Só como curiosidade, vou listar os 25 hotspots (você pode ver um mapa clicando aqui): Mata Atlântica, Sundaland (Indonésia), Mediterrâneo, Madagáscar e Ilhas do Índico, Indo-Birmânia, Caribe, Andes Tropicais, Filipinas, Província Florística do Cabo (África do Sul), Mesoamérica, Cerrado Brasileiro, Sudoeste da Austrália, Montanhas do Centro-Sul da China, Polinésia e Micronésia, Nova Caledônia, Chocó-Darién e Equador Ocidental, Florestas da Guiné e África Ocidental, Ghats Ocidentais (Índia) e Sri Lanka, Província Florística da Califórnia, Karoo (África do Sul), Nova Zelândia, Chile Central, Cáucaso, Wallacea (Indonésia), Montanhas do Arco Oriental e Florestas Costeiras (Tanzânia).

 

Fonte: Sercomtelcelular.com.br

  

Hoje em dia, quase todo mundo tem celular. Esses aparelhinhos servem não apenas para falar, mas também para enviar mensagens, tirar fotos, jogar e ouvir músicas - em alguns países eles vem com GPS e podem ser usados para ler e-books ou usar remotamente um computador qualquer.

O que você faz quando seu celular estraga? Às vezes, sai mais barato comprar outro que consertar o velho. E o que acontece com o aparelho antigo? A maioria das pessoas simplesmente joga fora. No Brasil, só de baterias para celular, pelo menos 11 toneladas são jogadas no lixo comum.

Apenas 1% das baterias vai pra reciclagem, já que existem pouquíssimos postos de coleta. O problema de ir parar no lixo comum é a contaminação por metais pesados. Quando em contato com o solo, essas baterias poluem os lençóis freáticos, cuja água contaminada pode ser usada na irrigação de lavouras e, assim, ser ingerida por quem come os vegetais.

A composição química das baterias varia muito. A mais nociva é a feita de niquel e cádmio (Ni-Cd), pois são metais tóxicos, que têm efeito cumulativo e podem provocar câncer. Por isso, a produção e comercialização dessas baterias foram restringidas. Agora, a maior parte das baterias de celular não é tóxica - como as feitas de lítio.

Quando recicladas, as baterias Ni-Cd são trituradas e aquecidas em forno a 900ºC. O cádmio é recuperado na forma de vapor e aproveitado na confecção de novas baterias de celular. Já o níquel é usado na produção de aço inoxidável.

Você pode encontrar mais informações nesse site, que eu achei muito legal: Educacional

 

Estudo publicado na revista Proceedings of the Royal Society alerta: as temperaturas globais previstas para os próximos séculos podem desencadear uma extinção em massa. O estudo mostra que as temperaturas atuais estariam dentro da mesma faixa das registradas em outras fases quentes da história do planeta, e nesses períodos até 95% das plantas e animais teriam morrido. 

Os cientistas analisaram a relação entre clima e espécies ao longo de 520 milhões de anos, e descobriram que houve uma maior biodiversidade durante os períodos mais frios do planeta. A pesquisa fornece a primeira clara evidência de que o clima global pode explicar variações dos registros fósseis de maneira simples e consistente. Os estudiosos concluíram que quatro dos cinco episódios de extinção em massa ocorreram em fases quentes da Terra, em que o calor e a umidade eram predominantes. Em um desses episódios, ocorrido há 251 milhões de anos, foi verificada a extinção de 95% das espécies.

Denise

Biocombustível de Alga ?!

Fonte: http://www.ib.usp.br/ecosteiros/

Na Revista SuperInteressante de Setembro saiu uma reportagem muito interessante. Segundo o jornalista Reinaldo Lopes, no futuro algas microscópicas podem virar o biocombustível número 1 do mundo, isso se alguns problemas técnicos forem resolvidos.
Uma série de empresas americanas, como a Solix Biofuels e a Solazyme, estão apostando na idéia. Algumas espécies de algas verdes são até 100 vezes mais produtivas que a soja. Elas crescem facilmente, pois precisam apenas de água, luz e gás carbônico. Além disso, precisam de uma pequena área para crescimento, o que é uma vantagem, frente às vastas lavouras de soja que hoje impulsionam o desmatamento da Floresta Amazônica.
O óleo produzido por elas pode ser transformado em biodiesel, capaz de mover todo
tipo de veículo, além de servir como combustível para aquecimento central de residências.

Mas ainda temos problemas a serem resolvidos: é preciso achar o jeito certo de controlar o crescimento das algas - se for muito rápido, umas acabam tapando a luz das outras e o processo pára. Além disso, ainda é difícil extrar o óleo das algas - é preciso usar métodos químicos. E aí entra a viabilidade financeira: se esse processo for muito caro, o combustível também vai ser.

Ah! Só pra completar: A Superinteressante é uma das primeiras revistas a liberar seu arquivo completo on-line, e por isso, meus parabéns!

- Next »

Templatesbrowser.com